Para dar partida nesta empreitada, escolhi uma poesia (coisa que não me arrisco mais a fazer) ancestral, feita por um outro Ricardo anos atrás. Ei-la!
NOITES
Lembranças, memórias,
legado de uma vida solitária.
Atiradas ao vento do alto de uma roda gigante,
que gira, e gira, me lembrando das histórias
dos verões e cavaleiros andantes,
dos dragões e armaduras reluzentes.
Que ficam pra trás, em seus dias de glórias,
Maldito tempo que só anda para a frente.
Para trás, auges e tormentos,
primaveras e verões.
Vontade de ficar, de voltar,
mas a roda segue girando rumo ao outono inevitável.
Ficam para trás as esperanças e as frustrações,
irrealizações ambiciosas de desmedidas proporções.
E logo, nada mais restará
além do ladrar eterno dos cães
nas madrugadas insones e solitárias.
por Ricardo Herdy
Lembranças, memórias,
legado de uma vida solitária.
Atiradas ao vento do alto de uma roda gigante,
que gira, e gira, me lembrando das histórias
dos verões e cavaleiros andantes,
dos dragões e armaduras reluzentes.
Que ficam pra trás, em seus dias de glórias,
Maldito tempo que só anda para a frente.
Para trás, auges e tormentos,
primaveras e verões.
Vontade de ficar, de voltar,
mas a roda segue girando rumo ao outono inevitável.
Ficam para trás as esperanças e as frustrações,
irrealizações ambiciosas de desmedidas proporções.
E logo, nada mais restará
além do ladrar eterno dos cães
nas madrugadas insones e solitárias.
por Ricardo Herdy
Boa sorte na empreitada. Aguaradarei pelos textos, pois poesia não é meu forte.
ResponderExcluir[]´s Raphael Modena